domingo, 27 de setembro de 2015
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:53 0 comentários
Dr. Matar
-Agora não saio daqui.
Um sonho nojento que me arrasta para fora.
-Vai-te embora.
Estar preso sem nunca ter estado em liberdade neste labirinto em que só a mim me amarro.
Podes perguntar. Pergunta.
-Vá, não sejas cobarde.
Pergunta para onde vais, de onde vens e como cá chegaste.
Interroga-te e sai.
Vai ver o rio a nascer, como ele corre até cá chegar.
Bem junto ao mar. Bem junto a ti, bem junto a nós.
-Que inutilidade, vê.
Há coisas que valem a pena. Aquelas pequenas que nem dás por ela.
Liberta-te e vai. Sai a correr. Já estás perdido e estás...
Nada vais encontrar senão tu perdido nesta maldita droga que te consome o coração, amolece as pernas. Sentir já não é contigo.
Faz como a canção, vai a algum lugar bonito.
Leva-te lá, arrasta-te até lá e fica.
Mas não por muito tempo.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:44 0 comentários
domingo, 6 de setembro de 2015
Rascunho 2.0
Norberto, façamos um exercicio.
Sente-se e observe.
Não há nada para além, disse ele baixando a cabeça no vazio.
Daqui vemos o mundo. Basta olhar, saber olhar.
Com saciedade. Seja veroz, sente-se.
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domingo, 30 de agosto de 2015
À Part II
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:33 0 comentários
terça-feira, 16 de junho de 2015
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
Part I
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terça-feira, 21 de outubro de 2014
A epopeia da velhice, para ti.
Em ti vou morar
O novo dia vais ter
Junto a mim, um novo ser.
Nasce de novo
Canta para povo
Cresce o Inverno
Num lar ultramoderno
Feito para todos,
Esta bossa nova
Nesta velhice só nossa
Sem qualquer sova.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:35 0 comentários
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Habitar em ti
Moro eu, moras tu, moramos nós.
Moram aqueles que querem morar e aqueles que virão a morar.
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segunda-feira, 7 de abril de 2014
Sensações
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:31 0 comentários
sábado, 1 de março de 2014
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 13:28 0 comentários
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Devagar, porque não sei
Onde quero ir.
Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade."
Alvaro de Campos
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:30 0 comentários
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Poli
Há duas coisas nesta vida que podemos e devemos tomar como certas: nós e o nosso reflexo. Ainda que por vezes ele nos atraiçoe e nos deixe ficar mal. Mas a quem é que nos deixa ficar mal?
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
"Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor, não tenha medo de sofrer
Pois todos os caminhos me encaminham prá você
Assim como o oceano só é belo com o luar
Assim como a canção só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem só acontece se chover
Assim como o poeta só é grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor não é viver
Não há você sem mim, eu não existo sem você"
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 21:39 0 comentários
domingo, 15 de setembro de 2013
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Tudo o que ele viu foi vermelho
A vida tinha voltado ao zero.
Naquela que outrora foi a casa da partida era agora a casa da sua maior derrota.
Sentou-se no sofá calmamente, como um bom derrotado, encostou a cabeça e deixou cair os dados.
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
"1º Amigo
(bebendo conhaque e soda, debaixo de árvores, num terraço, à beira-d'água) Camarada, por estes calores do Estio que embotam a ponta da sagacidade, repousemos do áspero estudo da Realidade humana...
Partamos para os campos do Sonho, vaguear por essas azuladas colinas românticas onde se ergue a torre abandonada do Sobrenatural, e musgos frescos recobrem as ruínas do Idealismo... Façamos fantasia!...
2º Amigo
Mas sobriamente, camarada, parcamente!...
E como nas sábias e amáveis alegorias da Renascença, misturando-lhe sempre uma Moralidade discreta..."
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Chama-se Lucinda e eu cantaria mais ou menos assim
Senta-te ao meu colo
Não sejas má para mim
Vais ouvir-me a cantar
Aguenta aí até ao fim
Prometo eu vou-me calar
Mas, por favor, ouve-me só a mim
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:25 0 comentários
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 21:17 0 comentários
quarta-feira, 17 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Jantar?
O prato frio é o teu jantar
Vais-me comer o calcanhar
Hoje não saltas para a sobremesa
Hoje não sais daqui, Teresa
Temos música para te ajudar
A digerir este maldito jantar
Mastiga, engole e não deites fora
Olhem, como ela nada descora.
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domingo, 7 de julho de 2013
Antes de se ir embora já com as malas mão perguntou-lhe:
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 03:12 0 comentários
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Casa
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 20:06 0 comentários





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