terça-feira, 28 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Resposta
Não gosto que digam coisas sem saberem.
Ninguém sabe nada.
Sou o que sou porque assim me vão fazendo.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 01:41 0 comentários
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 01:11 0 comentários
Noites quentes, contigo, aquecem as almas. Manhas frias, sem ti, gelam os corações.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 00:48 0 comentários
terça-feira, 14 de maio de 2013
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 15:07 0 comentários
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Onde mora o tesão nunca entra a desilusão.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 17:37 0 comentários
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 01:45 0 comentários
Círculo Perfeito
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 01:42 0 comentários
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 01:35 0 comentários
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
No banho é mais fácil
Na banheira sai a rima inteira
Na banheira somos todos poetas
Com a água a cair...
É só deixar a rima sair
Cantar à Inês
Só para vocês
É mais fácil agora
E eu não perco pela demora
A voz engrossa
Nada fica por cantar
Num tom monocórdico
Até dá para embalar...
Neste dia piroso
Não sei ser amoroso
Mais do que isto não dá
Pró ano volta cá.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 11:08 0 comentários
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Sem saber bem onde está esfrega a cara... Não vê nada em volta porque ainda é noite cerrada e nenhum radio de luz penetra o quarto ou local onde está.
João sabe que está escuro e que está deitado numa cama.
Vieram-lhe flash's à cabeça:
-Festa de despedida do amigo na noite anterior. -Copos levados à boca. -Cigarros fumados à varanda do restaurante. -Música alta e dança interrupta num bar. - Mais copos levados à boca.
Num ápice lembrou-se da noite quase toda mas volta a levar as mãos à cara porque continua a não saber como acabou a noite.
Levantou-se à pressa e tropeçou nas roupas espalhadas pelo chão!
Um fato escuro e o vestido dele...
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:16 0 comentários
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:32 0 comentários
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Pedantismo nunca deu glória
É seguir em frente porque já diz a minha avó
Que dos fracos nunca se fez a história
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 04:32 0 comentários
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 00:25 0 comentários
sábado, 22 de dezembro de 2012
A que sabe a infância? Eu ainda sinto o sabor da minha e nunca o quero perder.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 22:37 0 comentários
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Segundo as minhas contas já lá vão mais de 400 filmes e continuo sem saber um caralho sobre cinema. Era isto. Obrigado e até amanhã.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 02:30 1 comentários
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
introspecção pouco profunda nº920603
É mais um sinal -
A cabeça cai
o corpo não reage
- que algo vai mal
Isto podia não ser assim -
escrever e não parar
lavar a boca e recomeçar
- isto não tem fim
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 01:55 0 comentários
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
ai ai ai ai ai ai ai ai ai
A solidão dá medo a quem nunca abriu o coração.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 21:05 0 comentários
domingo, 18 de novembro de 2012
Regra dos dois simples
Ele não era nada. Ali ao meio, sentado e com os braços sobre a mesa.
A pequena lanterna que levava no bolso era o seu único utensilio. Os túneis daquela cidade sempre foram muito escuros e com algumas curvas.
De vez em quando, ele lá tinha de os atravessar para ir ao outro lado sabe-se lá bem o que fazer.
Buscar inspiração?
Arrastou a cadeira, levantou-se e foi pagar o café.
Quando dera por ele já ia a meio e voltar para trás era morrer.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 02:08 0 comentários
sábado, 27 de outubro de 2012
"#"#
Enriqueceu outro igual
Porque todos são assim
Ninguém espera pelo fim
Hoje sou eu
Quem não ainda morreu
Insisto em vir
Com medo de partir
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 02:06 0 comentários
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Passam a ser teus também
Não os deixes sair por entre os dedos
Para que não fiquemos aquém
Publicada por Diogo Sousa à(s) 01:47 1 comentários
sábado, 1 de setembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Imaginação, onde estás tu?
Dentro de ti, aqui e agora
Sou algo cru
Que te sai na hora
Publicada por Diogo Sousa à(s) 04:15 0 comentários
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Tiraram todos senha para lá estar, abrigados do que vai acontecer.
Li no jornal que hoje passava por aqui uma tempestade de corações que nunca bateram.
Pum, pum. Pum pum.
Continuo sem sentir as pernas e os braços mas sinto o meu coração.
Ele bate mas não me vou esconder porque quero ser levado.
Sabe-se lá para onde.
Rápido, cheguem rápido.
Publicada por Diogo Sousa à(s) 00:56 0 comentários
















