Hoje, no teu lugar não vai ninguém.
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
sábado, 3 de julho de 2021
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 22:54 0 comentários
sábado, 16 de janeiro de 2021
Ver mais tarde.
Esta é por todas aquelas que guardaste para ver mais tarde.
Que embrulhaste para levar. Deixaste a arrefecer.
E que veio a morrer.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:27 0 comentários
Catarse
O conforto de sair.
A pressa de chegar.
O medo a cair.
A saudade a vazar.
É tudo uma questão de tempo.
O dar.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 22:56 0 comentários
sábado, 9 de janeiro de 2021
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:11 0 comentários
domingo, 3 de janeiro de 2021
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:02 0 comentários
domingo, 21 de junho de 2020
De novo
A cama de lavado.
Um ser asseado.
A cama de lavado.
Um corpo deitado.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 19:03 0 comentários
domingo, 31 de julho de 2016
domingo, 3 de julho de 2016
sábado, 25 de junho de 2016
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 04:19 0 comentários
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 18:41 0 comentários
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Vintes e tal.
Fica nesta. Sê modesta.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 01:05 0 comentários
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Um mortório
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 00:27 0 comentários
quinta-feira, 17 de março de 2016
Carta aberta
Há janelas bonitas, cada uma com a sua história.
Cada uma com a sua vista.
Cada uma com a sua perspetiva, cada uma com a sua narrativa.
Mas o que contam não desvendam tudo.
Não somos capazes de olhar as extremidades. Não alcançamos a plenitude.
O concreto das histórias fica para lá do olhar. Resta apenas imaginar.
Mas e se pudéssemos observar tudo de uma vez só?
Tudo de longe, não sentir o apego. Apenas aconchego.
Sentar para olhar.
Há coisas que nunca conseguiremos tocar. Sequer chegar.
Partilhemos um terraço com vista para o mundo.
2/3/16
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:05 0 comentários
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Pequeno dócil ser amargo.
Tornares-te o meu poema.
Aquele que escreverei só para ti depois da noite resolver aparecer e as árvores tornarem-se parte da paisagem.
Aquele que se construirá sozinho, sem qualquer esforço do pensamento.
Só emoção, sem concentração.
Sem partes em branco, porque nada será vazio.
Vem fazê-lo, só estares. Existires agora, fazer do zero.
Sem ornamento, só matéria pura, sem esculpir: só existir.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 22:32 0 comentários
sábado, 30 de janeiro de 2016
Um dia ainda vou escrever canções.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:54 0 comentários
domingo, 10 de janeiro de 2016
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 20:35 0 comentários
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Anúncio de Morte
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:21 0 comentários
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Utopia Transformada
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 20:54 0 comentários
sábado, 3 de outubro de 2015
domingo, 27 de setembro de 2015
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 17:23 0 comentários
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:53 0 comentários
Dr. Matar
-Agora não saio daqui.
Um sonho nojento que me arrasta para fora.
-Vai-te embora.
Estar preso sem nunca ter estado em liberdade neste labirinto em que só a mim me amarro.
Podes perguntar. Pergunta.
-Vá, não sejas cobarde.
Pergunta para onde vais, de onde vens e como cá chegaste.
Interroga-te e sai.
Vai ver o rio a nascer, como ele corre até cá chegar.
Bem junto ao mar. Bem junto a ti, bem junto a nós.
-Que inutilidade, vê.
Há coisas que valem a pena. Aquelas pequenas que nem dás por ela.
Liberta-te e vai. Sai a correr. Já estás perdido e estás...
Nada vais encontrar senão tu perdido nesta maldita droga que te consome o coração, amolece as pernas. Sentir já não é contigo.
Faz como a canção, vai a algum lugar bonito.
Leva-te lá, arrasta-te até lá e fica.
Mas não por muito tempo.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:44 0 comentários
domingo, 6 de setembro de 2015
Rascunho 2.0
Norberto, façamos um exercicio.
Sente-se e observe.
Não há nada para além, disse ele baixando a cabeça no vazio.
Daqui vemos o mundo. Basta olhar, saber olhar.
Com saciedade. Seja veroz, sente-se.
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:46 0 comentários
domingo, 30 de agosto de 2015
À Part II
Publicada por Diogo Filipe Sousa à(s) 23:33 0 comentários















