"(...)
Beijá-me as mãos, Amor, devagarinho...
Como se os dois nascessemos irmãos,
Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho...
Beija-mas bem!... Que fantasia louca
Guardar assim, fechados, nestas mãos,
Os beijos que sonhei pra minha boca!"
Florbela Espanca
sexta-feira, 6 de abril de 2012
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terça-feira, 3 de abril de 2012
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
Momento Daniel Oliveira
Gosto de jogos
Não gosto de bifes de figado
Gosto do Benfica
Não gosto de inúteis
Gosto de pessoas em 2d.
Não gosto que me leiam coisas
Gosto de ler coisas para as pessoas.
Não gosto de rios com água parada
Gosto de ouvir as ondas do mar com os olhos fechados
Não gosto de pessoas que não se calam
Gosto do barulho do silêncio da minha casa
Não gosto de cebola
Gosto de surpresas que não me envergonhem
Não gosto de manifestações publicas de afetos
Gosto da sedução
Não gosto de andar à chuva
Gosto de relva
Não gosto de lama
Gosto do cheiro da roupa lavada
Não gosto receber sms's quando me estou para deitar
Gosto do cheiro da casa da minha avó
Não gosto de ser iludido
Gosto de realidades
Não gosto de aglomerados de pessoas a lutar contra alguma coisa
Gosto de cada canto de Portugal
Não gosto do latir dos cães
Gosto de não saber tudo
Publicada por Diogo Sousa à(s) 22:25 0 comentários
quinta-feira, 29 de março de 2012
Uma noite na varanda...
Leva tudo
Entra no que é meu
E faz do meu mundo o teu
Leva o que há em mim
Tudo
Devagar.
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quinta-feira, 22 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
"Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a
vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a
dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da
vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da
vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras
porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa
simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é
um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de
sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em
verso." Fernando Pessoa
Publicada por Diogo Sousa à(s) 02:48 0 comentários
sábado, 17 de março de 2012
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Hoje no meu sonho alguém disse 'Designer de escravaninha'.
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quarta-feira, 14 de março de 2012
Olá, sou eu de novo
Como eu quero acreditar que a google não me anda a mentir, e que tenho tido uma média de 5 visitas diárias aqui ao estabelecimento decidi mudar as coisas. A cor dos azulejos mudou.
É tudo, por agora.
Publicada por Diogo Sousa à(s) 01:33 0 comentários
terça-feira, 13 de março de 2012
Todos os dias nasce um novo sol
A Joana gostava de dar longos passeios sem destino.
Todos os dias saía de casa ainda nem o dia tinha nascido e com ela levava apenas um saco branco.
Não havia um único dia em que não se cruzasse com um rapaz que estava sempre na paragem de autocarro que existia ao fundo da rua.
Nessa paragem de autocarro era habitual as pessoas afixarem papéis onde procuram ou ofereciam coisas. O tal rapaz era Pedro. Que fazia ali o Pedro? Para onde ia ? Será que ele ia a algum lugar? Estava Pedro á espera de alguma coisa? Porque é que Joana reparava no Pedro e não nos anúncios da paragem ou na senhora que estava sempre à janela?
Publicada por Diogo Sousa à(s) 22:58 0 comentários
Não gosto de legendas nas fotos
Publicada por Diogo Sousa à(s) 19:14 0 comentários
quarta-feira, 7 de março de 2012
Os moinhos precisam de água.
As ventoinhas precisam de vento.
Os cobertores precisam de frio.
Os gelados precisam de calor.
O relógio precisa de ponteiros.
O dia precisa de horas.
A caneta precisa de tinta.
Eu? Só preciso de ti.
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terça-feira, 6 de março de 2012
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Sabes...? Hoje tive um pesadelo. Quando acordei estava sozinho.
Não sei quem és mas fazes-me um falta terrível.
Publicada por Diogo Sousa à(s) 23:11 0 comentários
segunda-feira, 5 de março de 2012
Hoje voltei a pedir um desejo, queres saber qual?
Publicada por Diogo Sousa à(s) 23:24 0 comentários
"quem sabe eu nem vos quero bem
quem sabe eu nem sou ninguém
quem sabe eu não sei quem
quem sabe eu sou quem queria ser
quem sabe eu nunca o vou saber
quem sabe eu sou bem melhor
quem sabe o medo é minha cruz
quem sabe o medo é meu motor
quem sabe o medo é luz
quem sabe eu não estou só a tentar
desesperadamente uma razão
para seguir ou para não parar
pois tudo se passa sem eu ver"
Publicada por Diogo Sousa à(s) 23:15 0 comentários
sábado, 3 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Olá blog,
ainda ninguém deitou por terra a minha teoria que não somos todos iguais. Continuam a existir pessoas burras e sem ideias próprias, o que me deixa bastante triste.
Publicada por Diogo Sousa à(s) 20:41 0 comentários
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Publicada por Diogo Sousa à(s) 14:33 0 comentários
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Publicada por Diogo Sousa à(s) 22:29 0 comentários
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Olá amor,
sei que um dia te vou encontrar.
Não sei que roupa vais vestir, nem quero saber. Não sei que dia vai marcar no calendário lá de casa. Não sei como se chama a rua.
Só sei que te vou encontrar e tu vais precisar tanto de mim como eu preciso de ti.
Até já.
Publicada por Diogo Sousa à(s) 16:38 0 comentários
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Adoro deitar-me na cama, encostar a cabeça na almofada, ter uma ideia brutal que me obriga a sair do quentinho da cama para procurar uma folha e escrever a ideia!
Publicada por Diogo Sousa à(s) 01:09 0 comentários









