segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Existem uma eternidade de coisas que o verão demora a devolver-me.

Entrando nesta coisa das laranjas,
Há coisas que me fazem bem. Tu não és uma delas.

Só sei escrever assim e aqui, e ainda bem.

O verão faz-me mal. Quero chuva de novo:
- Quero calçar botas de novo.
- Quero vestir o me casaco vermelho.
- Quero comer pipocas e ver filmes.
- Quero a madeira a arder.
- Quero a minha manta que me faz alergia a cobrir os pés.
- Quero parar de beber coca-cola.

Não gosto de acabar textos com frases de títulos mas tem de ser:
Existem uma eternidade de coisas que o verão demora a devolver-me.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Facto #2

Adoro humor negro.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Facto #1

Não gosto de limpar os óculos.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Está calor.



Chegou a altura de usar óculos de sol, comer gelados à noite, suar bastante, dormir nu, passar as tardes em casa ou na piscina/praia, tirar fotografias bonitas, ver biquinis, dar mergulhos, beber cervejas com fartura, comer caracois. Será? Que sejas bem vindo Verão mas que não me lixes.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sempre gostei de pisar formigas.

domingo, 19 de junho de 2011

Se houve uma coisa boa que me ensinaste foi ver filmes e não aprender com eles.

As maratonas que fiz atrás de ti.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

  • Tusso
  • Engulo
  • Cuspo
  • Respiro
  • Disparo
  • Morro
  • Mato
  • Descanso
  • Escrevo
  • Páro

É normal em mim

sentir saudades do que nunca tive.


domingo, 12 de junho de 2011

Ir Partir

Arriscar Ficar
Ficar Segurança
Voltar
Ser Cansaço Ira

Descanso
Sono Eterno
Mentir Ficar Bem
Mal

São momentos como este que me fazem recorrer ao passado e ver como o que fizemos foi bom. Voltar a coisas que nos fizeram felizes e procurar a felicidade, como que se a tivéssemos guardado num cantinho, numa espécie daqueles recipientes que a minha avó tem em casa dela, cheios de pó, e este blog é uma daquelas coisas que nos fizeram felizes.
Tudo o que fiz foi bom mas acho que perdi a vontade de continuar a fazer coisas boas para os outros.

domingo, 15 de maio de 2011

É só para dizer que o estaminé não fechou. Digamos que esteve fechado para mudanças no autoclismo que andou avariado.

domingo, 9 de janeiro de 2011

A morte de El Salvador


E não é que morreu uma pessoa que fazia mesmo falta ao país? Uma pessoa que nos podia salvar financeiramente e tudo...?
Carlos Castro, aquele com 65 anos, pois.

O El Salvador foi encontrado morto num hotel de luxo em Nova Iorque. A pergunta que o caríssimo leitor faz neste momento é: e que porra estava a fazer a pessoa que podia salvar Portugal em Nova Iorque? Ao que eu respondo: Estava em viagem de lua de mel com um rapaz de 21 anos.

Até aqui tudo faz muito sentido, certo?
E se eu disser que o rapaz de 21 anos é o responsável pela morte do El Salvador?
Agora é que baralhei tudo e começaram-se a rir.

Carlos Castro foi encontrado no quarto do hotel morto. Quem não estava morta era a pilinha do homem que se pôs a mexer e não estava junto do corpo, quando este foi encontrado.


E assim termina uma das mais belas historias de amor contadas no Respectivo.
Pelo sim, pelo não hoje durmo de barriga para cima porque a pila do Carlos Castro anda à solta.

domingo, 2 de janeiro de 2011

O amor? O amor é uma merda.

O amor é uma merda que nos destrói. Ou tenta.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

No banco detrás, ouço Isolation. Limpo o vidro embaciado e ao fundo vejo luzes, bem lá ao fundo… Onde estou? Para onde vou?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

"Quando estou sozinho, ouço música que não ouço quando estou acompanhado. Ouço-a há dias e foi assim que me apercebi que estava sozinho. Ao menos não estou só." Inês Bandeira

domingo, 21 de novembro de 2010

Cinema XXXVII






sábado, 16 de outubro de 2010

Realidade Triste

O espaço que se segue é da responsabilidade de um João Rodrigues.
Espaço para quem tem talento neste blog, finalmente. Nota-se que o autor andou a ouvir Sam the Kid, não se nota?

Cá vai:

Para esses grandes otários o povo sempre foi lixo
E o Soares nunca foi fixe.
Presidentes nunca mudam o cenário sempre foi triste
Não sobem os salários, só nos dão Cristo.

Não nos dão nada e eles têm a mão gorda
Só dão promessas à espera que o povo morda.
E a dor dura,
É tudo Sol de pouca dura, uma incompetência pura;
E a aflição e tristeza dura.

Eles têm três F’s, mas eu tenho o quarto, de fantochada, de fantasia, de fracos e de farinha do mesmo saco.

Ele enriquece e diz ao povo que o adora, mas ele tem o “free-pass”, ele tem o “Freeport”, e deixa o país à Morte.

Para ele não existimos, para ele não distinguimos, porque nós não impedimos, porque nós somos a indiferença.

Estamos fartos destes políticos, destes ladrões disfarçados de rapagões, com ideias e ideais esquisitos, desta política que só serve para coçar os colhões.

O tempo muda mas a merda é sempre a mesma, o povo morre, eles enchem os bolsos eles gastam o que é nosso, e sinceramente com estes políticos já não posso.

Promessas são feitas, obras desfeitas, sonhos pedidos, sonhos partidos, palavra frocha, política morta, gente que já não importa.

País do Mourinho, país do Ronaldo, país da Amália……PAÍS DA TRETA, todos dizem que o país é o melhor, mas não vale cheta.
País do Fado, país das ( novas) oportunidades, “país à beira-mar plantado”, país das pevides, país do fracasso.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

XXXVI

A ponta final das férias tornaram-se num arrepiante tédio que resultou nisto:







terça-feira, 14 de setembro de 2010

Sentimos no ar a melodia etérea. É a nossa música.
Cantamos e dançamos como se fosse a última vez, o
último olhar, o último toque, o último beijo.
Estás linda.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Por falar em bacalhau:

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Restaurante Chinês

Eu sou uma pessoa que gosta de comer e de festas. Jantares de festas de anos então é uma parodia, então se for num restaurante chinês dá para depois eu vir aqui escrever.

Não foi a minha primeira vez num restaurante chines, devo-o dizer, mas da outra vez não fiz questão de comer mais nada após comer o "clepe" de entrada. Foi o almoço que passei mais fome, que me lembre.

Desta vez, para começar, à mesma hora que eu jantava num restaurante chinês estava a jogar a selecção de Portugal e como os chineses ainda não descobriram aquela coisa que dá imagens e aparecem pessoas, uma tal de televisão, não pude ver futebol. Para ajudar à falta da televisão somos brindados por uma musiquinha muito bonita, tradicional da China.

As empregadas são muito qualquer coisa de fascinante. Da próxima vez eu vou com o google tradutor aberto para facilitar a comunicação porque sempre que queremos falar com a empregada para lhe explicar alguma coisa parece que estamos a falar para uma parede, mas a diferença é que esta parede está sempre a rir-se.

Quando vem o cardapio (palavra fina) parece que nos entregaram um mapa do mundo e não sabemos para onde ir. A minha cara a olhar para aqueles nomes das comidas é exactamente a mesma que faço quando olho para um mapa do Mundo.
Lá me orientei com um chop suey de galinha. Pelo nome a coisa prometia. Comi massa com carne e ovo. Aquilo vinha com algas mas eu não gosto de algas nos pés quando vou ao mar, não ia passar a gostar de estar algas na minha boca.
A minha mãe sempre me disse para não comer o que se apanha do chão...

Vou ali comer só um bacalhauzinho e já volto.

domingo, 5 de setembro de 2010

No nosso tempo

No nosso tempo não era assim. Eu passava-te a mão pela tua cara e tu sorrias.
No nosso tempo, aquele em que nos riamos juntos, tudo era diferente. Para melhor? Não sei. Só sei que era diferente.

Era um tempo em que falávamos de tudo e sobre nada, provavamos tudo e sabia a pouco, víamos tudo e parecia que não tinhamos visto nada....
Pode esse nosso tempo voltar para que possamos terminar o que fizemos?

Volta, por favor.

Cinema XXXV




quarta-feira, 25 de agosto de 2010

São 3:23h e tenho o ambiente de trabalho neste lindo estado. Sim, eu adoro este homem.

(clicar na imagem para ver melhor.)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Cinema XXXIV

O produto final de mais uns dias fechado na cave a olhar para um ecrã.